Um salve aos amigos que ligam pela vontade, aparecem sem avisar, encontram-se ao léu, vivem ao Deus dará.
Aos que ouvem e aos que dizem sem a presunção de sempre agradar. Aos que são aquilo que são. Cujo lugar do encontro, distâncias, tempos e ponteiros não importam.
Gostam diferente, pensam diferente, acrescentam diferença.
Tão particularmente parecidos em aspectos íntimos e detalhes infinitos.
Aos amigos que apreciam mais presença do que palavras.
Aos que reconhecem e apreciam a verdade das imperfeições.
Aos que celebram um ao outro e só.
Por suas histórias desinteressadas e indispensáveis.
Por saberem desnudar a dor sem vergonha e por vestirem comigo altas gargalhadas com orgulho.
Por saberem viver a simplicidade da existência e a densidade das certezas efêmeras, sorrio para vocês mesmo quando não saibam. Mas o sabem, estou certo.
Aos que me presenteiam de tal forma dedico amor, respeito e desapego.
Sejam maiores, salvem o mundo. E voltem quando quiserem, para o nosso lugar comum, o de sempre. 
Encontremos, na amizade, descanso.
16/11/14 22h56

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